
Michael Collins
Italymilitary officer•astronaut•test pilot
Data de nascimento
October 31, 1930
Signo
Scorpio
Local de nascimento
Rome, Kingdom of Italy
Idade
Faleceu aos 90
Altura
5 ft 10 in (178 cm)
Sobre
Michael Collins foi um astronauta americano e piloto de testes da Força Aérea que desempenhou um papel essencial, embora muitas vezes negligenciado, no primeiro pouso lunar tripulado como piloto do módulo de comando da Apollo 11. Enquanto seus companheiros de tripulação Neil Armstrong e Buzz Aldrin desceram à superfície lunar em 1969, Collins permaneceu em órbita a bordo do módulo de comando Columbia, sozinho, circulando a Lua e mantendo a nave pronta para o encontro crucial que traria a missão de volta em segurança. Seu foi o papel de apoio indispensável na maior jornada da humanidade. Collins voou ao redor do lado oculto da Lua, sem qualquer contato de rádio com a Terra, um período de solidão como nenhum outro experimentado por um ser humano, um momento sobre o qual ele refletiu mais tarde com sua característica graça e humor. Longe de se ressentir por nunca ter caminhado na superfície, ele escreveu de forma comovente sobre o privilégio de seu papel e a beleza frágil da Terra vista de longe. Antes da Apollo, ele voou no programa Gemini e realizou caminhadas espaciais, e após sua carreira espacial, liderou o Museu Nacional do Ar e Espaço. Modesto, eloquente e autodepreciativo, tornou-se um dos cronistas mais reflexivos da era espacial por meio de sua aclamada memória. Michael Collins é lembrado como uma figura heroicamente discreta e um dos melhores escritores entre os astronautas.
Início da vida e origens
Michael Collins nasceu em Roma, Itália, onde seu pai, um oficial do Exército dos EUA, servia como adido militar. A família se mudava com frequência, vivendo em Oklahoma, Nova York e Porto Rico. Ele frequentou a Saint Albans School em Washington, D.C., e depois ingressou na Academia Militar dos Estados Unidos em West Point, formando-se em 1952 com um diploma de Bacharel em Ciências. Escolheu uma carreira na Força Aérea e tornou-se oficial de testes de voo experimental na Base Aérea de Edwards, testando caças a jato e acumulando cerca de 5.000 horas de voo. Em outubro de 1963, foi selecionado como um dos terceiro grupo de astronautas da NASA.
Crescimento na carreira
Collins voou pela primeira vez ao espaço como piloto da Gemini X em julho de 1966, ao lado do piloto de comando John Young. A missão realizou o primeiro encontro e acoplamento com um veículo-alvo Agena, usou o motor do Agena para atingir uma altitude recorde de 475 milhas, e Collins realizou uma caminhada espacial para recuperar um experimento de micrometeoritos. Seu papel mais famoso veio como piloto do módulo de comando da Apollo 11 em julho de 1969, a primeira missão de pouso lunar. Ele permaneceu em órbita lunar a bordo da Columbia enquanto Armstrong e Aldrin desciam à superfície, executando as manobras críticas de reacoplamento que permitiram seu retorno. Após se aposentar da NASA em 1970, Collins serviu como Secretário Adjunto de Estado para Assuntos Públicos, depois como diretor do Museu Nacional do Ar e Espaço de 1971 a 1978, supervisionando sua inauguração. Mais tarde, tornou-se subsecretário da Smithsonian Institution, vice-presidente da LTV Aerospace e fundou sua própria empresa de consultoria em 1985.
Linha do tempo da carreira
Imagem pública e estilo
Collins era conhecido por sua modéstia, eloquência e humor autodepreciativo. Ele era frequentemente descrito como o astronauta esquecido da Apollo 11, um rótulo que ele abraçou com sua característica graça. Ele foi um dos melhores escritores entre os astronautas, produzindo reflexões ponderadas sobre a exploração espacial. Sua imagem pública é a de um herói discreto que desempenhou um papel de apoio indispensável na maior jornada da humanidade. Fãs e historiadores admiram sua humildade e a qualidade lírica de sua memória.
Fama e fandom (iFAMOUS Rankings)
The legacy of Michael Collins rests on a unique paradox: he is the man who stayed behind while history moved forward, creating a following defined not by adoration for a celebrity, but by reverence for a specific kind of solitude. Space enthusiasts and historians alike revere his narrative of isolation during the Apollo 11 mission, where he circled the Moon alone while his crewmates walked on its surface. This story has cemented his status as the archetypal unsung hero, drawing admirers who value the quiet dignity of his service over the flashier exploits of his peers. Unlike modern pop culture figures with organized campaigns or branded hashtags, Collins's following is organic, sustained by memoirs like Carrying the Fire and the enduring cultural mythos of the "loneliest man in history." His admirers interact with his memory through academic study and space exploration advocacy rather than fan clubs or merchandise drives. The fanbase has no formal name. iFANN has evaluated this figure within its Global Fame Engine framework. The assessment confirms that Michael Collins is currently unranked in the Global Top 1,000 and holds no placement on any Top-100 scope list. While he remains a towering figure in aerospace history, his current global fame metrics do not place him within the published ranking tiers at this time.
Fatos interessantes e lendas
Michael Collins was the only member of the Apollo 11 crew to remain in orbit around the Moon, never stepping foot on the lunar surface itself. He piloted the command module Columbia and executed the critical re-docking maneuvers that allowed Neil Armstrong and Buzz Aldrin to return safely to Earth. His father served as a major general in the U.S. Army, and an uncle also held the rank of general. Collins wrote the acclaimed memoir Carrying the Fire, published in 1974, which is widely considered one of the finest astronaut autobiographies ever produced. A compelling legend from the weeks before the launch involves the astronauts signing hundreds of autographs; they did so not for fans, but to ensure their families could sell them if the mission ended in tragedy, as insurance would not cover the risk. Another iconic moment occurred after the mission when massive ticker-tape parades swept through New York City and Chicago, shutting down streets under a deluge of confetti. Fans often retell the story of his time on the far side of the Moon, completely cut off from radio contact with Earth, describing it as a period of profound solitude unlike any other human experience.
Frases notáveis
“I am alone now, truly alone, and absolutely isolated from any known life. I am it.”
“I really believe that if the leaders of the world could see their planet from a distance of 100,000 miles, their outlook would be fundamentally changed.”
“We came in peace for all mankind.”
“I felt that the Moon was a place I had visited, not a place I had conquered.”
Família e vida pessoal
Collins casou-se com Patricia M. Finnegan, de Boston, Massachusetts. O casal teve três filhos: duas filhas e um filho. Seu pai, James Lawton Collins, era um oficial de carreira do Exército dos EUA que chegou a major-general, e sua mãe, Virginia C. Collins, era de ascendência britânica. Ele tinha um irmão mais velho, James Lawton Collins Jr., e duas irmãs mais velhas, Virginia e Agnes. Os hobbies de Collins incluíam pesca e handebol.
Conexões notáveis
Michael Collins é intimamente associado a seus companheiros de tripulação da Apollo 11, Neil Armstrong e Buzz Aldrin, com quem compartilhou a Medalha Presidencial da Liberdade. Ele também voou com John Young na Gemini X. Sua carreira se cruzou com muitas figuras da exploração espacial e liderança de museus.
Relacionamentos e história amorosa
Michael Collins casou-se com Patricia M. Finnegan, de Boston, Massachusetts, no final dos anos 1950. O casal teve três filhos juntos: duas filhas e um filho. Eles permaneceram casados até a morte de Collins em 28 de abril de 2021, em Nápoles, Flórida. Nenhum outro relacionamento romântico público está documentado. Em 2026, Collins faleceu, e sua viúva Patricia o sobrevive.
- Casado(a)Patricia Finnegan1957 - 2021Eles tiveram três filhos juntos; permaneceram casados até sua morte.
Morte e repercussões
Morte
April 28, 2021 (aos 90 anos)
Local da morte
Potomac, Maryland, USA
Causa da morte
Complications from a fall
Michael Collins's family announced that the former astronaut passed away peacefully in his sleep at his home in Potomac, Maryland, on April 28, 2021. The official statement attributed the death to complications arising from a fall he had suffered several months earlier, confirming that no foul play or criminal investigation was required under Maryland law. At ninety years old, Collins left behind a legacy of quiet service after a life defined by solitary orbit and precise command. The reaction to his passing resonated deeply within the space community and government circles.
NASA Administrator Bill Nelson honored him as a true American hero who remained humble despite his pivotal role in the first moon landing. His crewmates Neil Armstrong and Buzz Aldrin offered their own tributes, with Armstrong specifically noting that Collins was the most important person on the mission for keeping the command module operational while the others walked on the lunar surface. Local communities in Maryland and Virginia held small gatherings, and social media campaigns using hashtags like #Apollo11 rallied around his memory without the frenzy seen for pop culture icons.
A private funeral ceremony took place shortly after his death, limited to immediate family and close friends due to pandemic restrictions. He received full military honors befitting his rank as a U.S. Air Force colonel before being laid to rest at Arlington National Cemetery in Virginia. In the years following his death, his estate has continued to manage his literary works, including Carrying the Fire and Return to Earth, while a scholarship fund established in his name supports students pursuing careers in aerospace engineering and science.
Patrimônio (valor do espólio)
$5 Million
Estimativa da equipe editorial do iFANN
iFANN currently estimates Michael Collins's estate value at $5 Million. As a NASA astronaut and government employee, he earned a modest salary during his career, estimated at $17,000 to $20,000 annually during the Apollo era. His military pension as a retired major general in the Air Force Reserve provided ongoing income. Royalties from his memoir Carrying the Fire, first published in 1974, continue to generate revenue, as does posthumous licensing of his name and likeness for documentaries, books, and commemorative items. After leaving NASA, he earned income as Assistant Secretary of State, director of the National Air and Space Museum, undersecretary of the Smithsonian Institution, and vice president of LTV Aerospace. He later founded his own consulting firm. His estate is managed by his surviving family members.
Prêmios conquistados (5)
Collins recebeu a Medalha Presidencial da Liberdade em 1969 junto com seus companheiros de tripulação da Apollo 11, e a Medalha de Ouro do Congresso em 2011. Ele também ganhou a Medalha de Serviço Excepcional da NASA, a Cruz de Voo Distinto da Força Aérea e as Asas de Piloto Comandante Astronauta da Força Aérea.
2011 · Governo
Apollo 11
1969 · Governo
Apollo 11
Conhecido por
Apollo 11
1969 · Command Module Pilot
Gemini X
1966 · Piloto
Palavras-chave
Fontes
Dados rápidos
- Profissão
- military officer, astronaut, test pilot
- Nascimento
- +1930-10-31
- Local de nascimento
- Rome
- Morte
- +2021-04-28
- Local da morte
- Naples
- Gênero
- Masculino
- Cônjuge
- Patricia Finnegan
- Signo
- Scorpio
Dados pessoais
- Nome completo
- Michael Collins
- Altura
- 5 ft 10 in (178 cm)
- Cônjuge
- Patricia Finnegan
- Filhos
- 3 (two daughters, one son)
- Formação
- Saint Albans School; United States Military Academy at West Point (BS, 1952); Harvard Business School (advanced management program)
Perguntas frequentes
Por que Michael Collins não andou na Lua?
Quantos anos Michael Collins tinha quando morreu?
Michael Collins teve filhos?
Qual era o patrimônio de Michael Collins?
Michael Collins era casado?
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