
Lisa D. Cook
United Stateseconomist•university teacher•official
Data de nascimento
1964
Signo
Capricorn
Local de nascimento
Milledgeville, Georgia, USA
Idade
62 anos
Sobre
Lisa DeNell Cook, nascida em 1964 em Milledgeville, Geórgia, é uma economista americana que fez história em 2022 como a primeira mulher negra a servir no Conselho de Governadores do Federal Reserve. Sua jornada até o Fed foi moldada por décadas de trabalho na academia e na política, onde construiu reputação como voz líder em economia internacional e defensora da diversidade em sua área.
Antes de sua nomeação para o Fed, Cook foi professora de economia e relações internacionais na Michigan State University e integrou o Comitê Executivo da American Economic Association. Também atuou como pesquisadora associada no National Bureau of Economic Research e assessorou formuladores de políticas, desde a administração Obama até os governos da Nigéria e Ruanda. Sua pesquisa abrange macroeconomia e história econômica, com foco recente em economia da inovação e disparidades raciais. Conhecida por orientar mulheres negras na economia, ela tem sido uma defensora proeminente da inclusão na profissão.
Em janeiro de 2022, o presidente Joe Biden nomeou Cook para o Conselho do Federal Reserve. O Senado a confirmou em maio de 2022 após um empate de 50 a 50, desfeito pela vice-presidente Kamala Harris. Seu mandato logo enfrentou turbulência política. Em agosto de 2025, o presidente Donald Trump anunciou sua remoção, citando alegações de fraude hipotecária. Cook negou as acusações e entrou com uma ação federal, argumentando que a demissão foi ilegal e motivada politicamente. Uma análise da Reuters em setembro de 2025 descobriu que os formulários de empréstimo e verificação de emprego apresentados por Cook contradiziam as alegações da administração. O caso chegou à Suprema Corte dos EUA, que em 29 de junho de 2026 considerou sua demissão inconstitucional. Enquanto o litígio continua, Cook ainda é legalmente considerada uma governadora ativa.
Início da vida e origens
Cook cresceu em Milledgeville, Geórgia, uma cidade histórica que já serviu como capital do estado e foi desenvolvida por povos escravizados. Quando criança, ajudou a integrar as escolas da Geórgia durante a dessegregação e ainda carrega cicatrizes físicas de ter sido atacada por segregacionistas quando se matriculou em uma escola anteriormente branca. Seu pai organizava sessões de redação de cartas para protestar contra a segregação, e um tio e um primo foram colegas de classe de Martin Luther King Jr. na faculdade.
Ela obteve um BA em Física e Filosofia, magna cum laude, pelo Spelman College em 1986, onde foi nomeada Harry S. Truman Scholar. Tornou-se a primeira Marshall Scholar do Spelman e obteve um segundo BA em Filosofia, Política e Economia pelo St. Hilda's College, Universidade de Oxford, em 1988. Estudou filosofia na Universidade do Senegal e obteve um mestrado pela Universidade Cheikh Anta Diop em Dacar. No Spelman, Cook organizava protestos todos os anos, exigindo que a faculdade se desinvestisse da África do Sul, contestando o toque de recolher e defendendo opções veganas e vegetarianas no refeitório. A caminho de seu primeiro semestre na UC Berkeley, sofreu um acidente de carro frontal que a deixou temporariamente em uma cadeira de rodas com múltiplas fraturas nas pernas. Apesar de seu pai e irmã a incentivarem a retornar à Geórgia, ela prosseguiu seus estudos obstinadamente.
Crescimento na carreira
Cook obteve seu PhD em Economia pela UC Berkeley em 1997, sob orientação de Barry Eichengreen e David Romer. Atuou como Conselheira Sênior de Finanças e Desenvolvimento no Departamento do Tesouro dos EUA de 2000 a 2001. Foi membro do corpo docente da Harvard Kennedy School e Diretora Adjunta de Pesquisa e Programas para África no Centro de Desenvolvimento Internacional de Harvard. Foi National Fellow na Universidade de Stanford. De 2011 a 2012, atuou como Economista Sênior no Conselho de Assessores Econômicos do presidente Obama. Juntou-se à Michigan State University como professora de economia e relações internacionais e tornou-se pesquisadora associada no National Bureau of Economic Research. Dirigiu o Programa de Treinamento de Verão da American Economic Association de 2018 a 2021. Serviu no conselho do Federal Reserve Bank de Chicago e foi Líder Adjunta da Equipe de Revisão de Agências do Federal Reserve, Bancos e Reguladores de Valores Mobiliários na equipe de transição Biden-Harris. O presidente Biden a nomeou para o Conselho do Federal Reserve em janeiro de 2022. Foi confirmada em 23 de maio de 2022, após um empate no Senado de 50 a 50 desfeito pela vice-presidente Kamala Harris, tornando-se a primeira mulher negra no Conselho. Em agosto de 2025, o presidente Trump anunciou sua remoção, citando alegações de fraude hipotecária. Cook entrou com uma ação federal. A Suprema Corte considerou sua demissão inconstitucional em 29 de junho de 2026, e ela permanece como governadora ativa.
Linha do tempo da carreira
Imagem pública e estilo
Lisa D. Cook não possui um fandom ou cultura de fã tradicional. Ela é uma figura pública na economia e política, conhecida por seu rigor acadêmico, defesa da diversidade na economia e nomeação histórica para o Conselho do Federal Reserve. A mídia a retrata como uma pioneira, resiliente e determinada. Sua voz nas redes sociais é profissional e focada em políticas. Não há nome de fandom oficial ou não oficial, nem rituais de cultura de fã documentados.
Fama e fandom (iFAMOUS Rankings)
Lisa D. Cook currently holds no placement in the iFANN Global Top 1,000 or any Top-100 scope list, a status confirmed by the August 2026 evaluation of her global influence. While she commands immense respect within economic circles and policy institutions, this standing reflects her role as a historic Federal Reserve governor rather than a figure with mass-market celebrity metrics that drive standard fame rankings. The absence of a formal rank underscores the unique nature of her public profile: one defined by institutional authority and legal resilience rather than viral consumption or broad pop culture saturation. The audience surrounding Lisa D. Cook does not operate under a specific moniker or organized fan identity. Unlike entertainers who cultivate dedicated tribes with inside jokes, birthday billboards, or charity drives, the people following Cook's career engage through professional channels. Her digital presence on X serves strictly to disseminate policy updates and official statements regarding her tenure on the Board of Governors. There are no documented rituals, fan-funded projects, or unofficial campaigns bearing her name. The narratives that define her public life are rooted in high-stakes political history and academic achievement. The most significant chapter involves her historic swearing-in as the first Black woman on the Federal Reserve Board, followed by a fierce legal battle where the Supreme Court intervened to block attempts at her removal. These events are matters of record and political significance, forming a legacy of governance and defense rather than the folklore or performance-based mythology found in celebrity culture.
Fatos interessantes e lendas
Lisa DeNell Cook carries physical scars from an attack by segregationists during her childhood integration of a formerly white school in Georgia, a painful reminder of the era she navigated before rising to national prominence. Her linguistic abilities are equally formidable, encompassing five languages: English, French, Russian, Spanish, and Wolof. Before embarking on her academic journey, she survived a near-fatal head-on car crash while traveling to her first semester at UC Berkeley, which left her temporarily confined to a wheelchair with multiple leg fractures. She is also the cousin of Percy Julian, the pioneering chemist who became the first African American to lead a major corporate laboratory. Her early activism was already shaping her future trajectory; she organized annual protests at Spelman College, demanding divestment from South Africa and improved cafeteria options. As a trailblazer in education, she became the first Marshall Scholar ever selected from Spelman College. In recent years, her story has entered the realm of modern political legend, particularly regarding the intense scrutiny she faced from the Trump administration. A defining moment in this saga occurred when the U.S. Supreme Court ruled in her favor in June 2026, blocking a presidential attempt to fire her for alleged mortgage fraud. Despite this victory, renewed efforts to oust her surfaced in August 2026, cementing her reputation as a figure who stands firm against political pressure to protect the independence of the Federal Reserve.
Frases notáveis
“I organized a protest every single year.”
“She's got that resilience, that grit, that determination.”
Família e vida pessoal
Cook é uma das três filhas de Payton B. Cook, capelão de hospital batista, e Mary Murray Cook, professora de enfermagem na Georgia College. Suas duas irmãs tornaram-se advogadas. Ela é prima do químico Percy Julian, o primeiro afro-americano a chefiar um grande laboratório corporativo. Não há informações públicas disponíveis sobre sua própria família, cônjuge ou filhos.
Conexões notáveis
Barry Eichengreen e David Romer foram seus orientadores de doutorado na UC Berkeley. A vice-presidente Kamala Harris deu o voto de desempate para sua confirmação no Fed. O presidente Joe Biden a nomeou, e o presidente Donald Trump tentou removê-la. Ela é prima do químico Percy Julian. Sua irmã mais velha, Pamela Cook, falou publicamente sobre sua resiliência.
Relacionamentos e história amorosa
Com base em fontes confiáveis disponíveis, não há informações publicamente documentadas sobre relacionamentos românticos, histórico de namoro, casamento ou filhos de Lisa D. Cook. Sua vida pessoal permaneceu privada, e nenhum veículo de mídia confiável relatou parcerias ou família além de seus pais e irmãs. Em 2026, seu estado civil é publicamente desconhecido.
Salário e patrimônio em 2026
Não existem estimativas públicas de patrimônio para Lisa D. Cook. Como governadora do Federal Reserve e ex-professora, sua renda vem de salário governamental e remuneração acadêmica. O salário anual de um governador do Federal Reserve é de aproximadamente US$ 203.700 (equivalente ao Executive Schedule Level II). Antes de sua nomeação para o Fed, ela recebia salário de professora universitária na Michigan State University. Ela também recebeu bolsas de pesquisa da National Science Foundation, Economic History Association e Harvard Business School. Valores específicos de palestras, consultorias e direitos autorais de livros não são divulgados. Propriedades imobiliárias e investimentos não são publicamente conhecidos.
Prêmios conquistados (2)
Cook foi nomeada Truman Scholar em 1984 e se tornou a primeira Marshall Scholar do Spelman College em 1986. Estas são honrarias acadêmicas, não prêmios de entretenimento ou mídia.
1984 · Bolsa de estudos
1986 · Bolsa de estudos
Conhecido por
First Black woman on the Federal Reserve Board of Governors
2022 · Governador
Professor of Economics and International Relations at Michigan State University
2010 · Professor
Senior Economist on the Council of Economic Advisers
2011 · Senior Economist
Palavras-chave
Fontes
Dados rápidos
- Profissão
- economist, university teacher, official
- Nascimento
- 1964
- Local de nascimento
- Milledgeville, Georgia, USA
- Gênero
- Feminino
Dados pessoais
- Nome completo
- Lisa DeNell Cook
- Formação
- BA in Physics and Philosophy (magna cum laude) from Spelman College (1986); BA in Philosophy, Politics, and Economics from St. Hilda's College, Oxford University (1988); MA from Cheikh Anta Diop University; PhD in Economics from University of California, Berkeley (1997)
Perguntas frequentes
Quantos anos tem Lisa D. Cook?
Qual é o patrimônio de Lisa D. Cook?
Lisa D. Cook ainda está no Conselho do Federal Reserve?
Por que Lisa D. Cook foi demitida do Federal Reserve?
Pelo que Lisa D. Cook é conhecida?
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