“〈La La Land〉 de Damien Chazelle é uma ode deslumbrante e agridoce a Los Angeles, ao amor e à perseguição dos sonhos.”
Manohla Dargis
The New York Times

O La La Land de Damien Chazelle é um musical moderno que usa o coração na manga, uma carta de amor a Los Angeles e aos sonhadores que para lá acorrem. Filmado com um orçamento modesto de 30 milhões de dólares, o filme faturou mais de 509 milhões de dólares em todo o mundo, tornando-se um fenómeno cultural que reacendeu o interesse pelo género de musicais no cinema. É protagonizado por Ryan Gosling como Sebastian, um purista do jazz que luta para manter viva a chama do estilo antigo, e Emma Stone como Mia, uma aspirante a atriz cujo otimismo é posto à prova por intermináveis rejeições. A química entre eles, aprimorada em colaborações anteriores em Crazy, Stupid, Love e Gangster Squad, vibra com um charme natural que ancora os elementos mais fantásticos do filme.
Chazelle, que escreveu o argumento antes do seu sucesso Whiplash, imaginou um filme que honrasse os clássicos musicais de Hollywood dos anos 50, mas que parecesse imediato e pessoal. Convidou o compositor Justin Hurwitz para criar uma banda sonora que mistura jazz, pop e temas orquestrais grandiosos, e o resultado é uma trilha sonora que se tornou tão amada quanto o próprio filme. O número de abertura, Another Day of Sun, foi filmado numa secção fechada da autoestrada 105 durante três dias, com mais de 100 bailarinos a atuar numa única toma. Só essa sequência definiu o tom de um filme que equilibra exuberância e melancolia, uma corda bamba que Chazelle percorre com uma graça notável.
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Mia Dolan trabalha como barista no lote da Warner Bros., esgueirando-se para os estúdios entre turnos e fazendo audições para papéis que raramente lhe saem bem. Vive com três colegas de quarto num apartamento de cores pastel, e a sua vida social consiste em festas onde examina a sala em busca de diretores de casting. Sebastian Wilder, um pianista de jazz, ganha a vida a tocar canções de Natal num restaurante onde o gerente lhe proibiu de improvisar. Sonha abrir o seu próprio clube, um lugar onde o jazz tradicional possa respirar, mas a sua recusa em comprometer-se deixou-o falido e amargo.
Os dois encontram-se num engarrafamento na autoestrada 110, um encontro que começa com uma buzinadela zangada e escala para uma antipatia mútua que persiste através de uma série de encontros casuais. Numa festa na piscina nas Colinas de Hollywood, Sebastian é forçado a tocar sintetizador numa banda de covers dos anos 80, enquanto Mia suporta conversa fiada com um realizador que não se lembra dela. Reencontram-se no Observatório Griffith, onde uma sequência de dança noturna se desenrola sob as estrelas, um momento de pura magia cinematográfica que parece ao mesmo tempo espontâneo e coreografado na perfeição. A relação deles aprofunda-se enquanto trocam histórias das suas ambições: a peça a solo de Mia sobre uma rapariga chamada Claire, e o plano de Sebastian para um clube chamado Chicken on a Stick antes de se decidir por Seb's.
O verão dá lugar ao outono, e o casal muda-se para um pequeno apartamento onde decoram com um único candeeiro e um piano. Sebastian aceita um trabalho fixo com o seu antigo colega de banda Keith, um grupo de jazz-fusão que toca para plateias lotadas, mas que o obriga a tocar música que ele considera sem alma. Mia abandona o emprego no café para escrever e encenar a sua peça a solo, uma jogada arriscada que a deixa em dificuldades financeiras. A peça é um fracasso, atraindo uma plateia escassa que inclui um agente que sai antes da cena final. Humilhada, Mia refugia-se na casa da sua infância em Nevada, convencida de que o seu sonho está morto. Sebastian, apercebendo-se de que se afastou dos seus próprios princípios para perseguir o sucesso, recebe uma chamada de um diretor de casting que viu a peça de Mia e quer que ela faça uma audição para um grande filme. Ele vai para Nevada, buzinando à porta da casa dela, e convence-a a tentar mais uma vez. A audição é uma única canção emocional, Audition (The Fools Who Dream), onde Mia expõe os seus medos e esperanças. A cena termina com ela a sair, incerta mas livre.
Official Trailer – 'Dreamers'
Teaser Trailer – 'Audition (The Fools Who Dream)'
Official Teaser Trailer – 'City Of Stars'
Consenso da crítica
La La Land é uma ode deslumbrante e agridoce a Los Angeles, ao amor e à perseguição dos sonhos. Revitaliza o musical cinematográfico com energia vibrante e atuações sentidas, conquistando o seu lugar como um clássico moderno.
“〈La La Land〉 de Damien Chazelle é uma ode deslumbrante e agridoce a Los Angeles, ao amor e à perseguição dos sonhos.”
Manohla Dargis
The New York Times
“É um filme intoxicantemente romântico e profundamente melancólico, uma exibição deslumbrante de artesanato cinematográfico que parece ao mesmo tempo nostálgico e totalmente novo.”
David Ehrlich
IndieWire
“Ryan Gosling e Emma Stone estão luminosos como os amantes aspirantes, a sua química elétrica.”
Peter Debruge
Variety
“Um musical alegre, de partir o coração e totalmente cativante que te lembra por que você se apaixonou pelos filmes.”
Richard Roeper
Chicago Sun-Times
Director
Damien Chazelle
Writers
Damien Chazelle, Justin Paul, Benj Pasek
Composer
Justin Hurwitz
Cinematographer
Linus Sandgren
Producers
Jordan Horowitz, Marc Platt, Fred Berger, Gary Gilbert
Academy Awards (2017)
Melhor Diretor: Won
Academy Awards (2017)
Melhor Atriz: Won
Academy Awards (2017)
Melhor Fotografia: Won
Academy Awards (2017)
Melhor Trilha Sonora Original: Won
Academy Awards (2017)
Melhor Canção Original: Won
Academy Awards (2017)
Melhor Design de Produção: Won
Golden Globe Awards (2017)
Melhor Filme – Musical ou Comédia: Won
Golden Globe Awards (2017)
Melhor Ator – Musical ou Comédia: Won
Golden Globe Awards (2017)
Melhor Atriz – Comédia ou Musical: Won
Golden Globe Awards (2017)
Melhor Diretor: Won
Golden Globe Awards (2017)
Melhor Roteiro: Won
Golden Globe Awards (2017)
Melhor Trilha Sonora Original: Won
Golden Globe Awards (2017)
Melhor Canção Original: Won
BAFTA Awards (2017)
Melhor Música de Filme: Won
BAFTA Awards (2017)
Melhor Fotografia: Won
BAFTA Awards (2017)
Melhor Design de Produção: Won
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