Alesson reacts to Rico

    por marissa Rio: Jair Bolsonaro

    Alesson argues that Rico's definition of persecution is reduced and limited because he thinks it only involves someone chasing you with a stone. The situation goes way deeper than physical threats, especially considering January 2019 when President Bolsonaro removed mentions of gender diversity and sexuality from his plans and federal campaigns. That removal took LGBTQIA+ awareness campaigns out of the government's scope, which Alesson says counts as a form of persecution against the community. Jair Bolsonaro has frequently expressed homophobia directly from his own mouth, including statements claiming there is no homophobia in Brazil while proudly saying he is homophobic. During the first round of voting, voters shouted about killing gay people, and the speaker recalls hearing threats that Bolsonaro would end things for them. You can want to be a gay Bolsonaro supporter, but trying to put on makeup and say he is not homophobic or never persecuted anyone is madness. It leaves the speaker stressed just having to respond to the other person's screen.

    Transcrição (pt)

    É, é, é, não, tem que fazer o pé não, tá? O governo Bolsonaro, fala a verdade, você foi perseguido? Rico tem um pensamento um pouco reduzido e limitado, e aí ele acha que perseguição é somente alguém correr atrás de você com a pedra, com o pau e bererê, blá, blá, blá. Por mais que a campanha de Bolsonaro foi toda aquele, os eleitores gritando, ah, Bolsonaro vai matar viado. Eu lembro disso porque doía muito em me ouvir isso. Ah, que vai acabar. Eu lembro que quando eu fui votar no primeiro turno, o pessoal gritou na rua, tá acabando, o Bolsonaro vai acabar com os viados e tal. Em janeiro de 2019, Bolsonaro, que era o presidente, removeu algumas menções sobre diversidade de gênero e sexualidade dos seus planos e de algumas campanhas federais. Isso quer dizer o quê? Algumas campanhas de conscientização LGBTQIA+, ficaram de fora dos seus planos ali do seu governo. Então, Isso também é uma forma de perseguir uma comunidade. E a gente não precisa falar o quanto o Bolsonaro, o bolsonarismo é extremamente homofóbico. Foram palavras ditas, na maioria das vezes, da própria boca do Jair Bolsonaro. Ele deixou claro várias vezes o quanto ele é homofóbico, o quanto ele não gosta da comunidade. Não existe homofobia no Brasil. Sim. E eu tenho imunidade para falar que sou homofóbico, sim. Com muito orgulho. Agora gostar de homossexual, vai lá, ninguém gosta, ok? Então eu acho que você quer ser bolsonarista, você gay, quer ser um gay bolsonarista, pode ser, mas também querer maquiar, dizendo que não é homofóbico, que ele nunca foi homofóbico, que nunca perseguiu a gente. É loucura, porque eu não esqueci que forma de coagir coisas que são faladas também é uma forma de perseguição, ok? Fico estressado aqui do outro lado da tela, querendo invadir a tela do celular dos outros. Estressado. Tem que acabar logo, meu Deus.